HomeCidadesHomem é preso em Goiânia com estoque ilegal de medicamentos para emagrecer

Homem é preso em Goiânia com estoque ilegal de medicamentos para emagrecer

Suspeito foi flagrado pela PM com tirzepatida em uma mochila e outros frascos foram encontrados na geladeira da residência; polícia investiga origem e possível rede de comercialização ilegal

Homem é preso em Goiânia com 57 frascos de medicamento para emagrecimento

Suspeito foi abordado pela Polícia Militar enquanto transportava tirzepatida para uma suposta entrega; outros frascos foram encontrados armazenados na geladeira da casa dele

Um homem de 33 anos foi preso suspeito de manter um estoque ilegal de medicamentos para emagrecimento em Goiânia. A prisão ocorreu na quarta-feira (26), durante uma abordagem da Polícia Militar (PM) na Avenida Frei Miguelino.

Segundo a corporação, o suspeito dirigia uma BMW e carregava uma mochila com frascos de tirzepatida. Ele teria informado aos policiais que estava a caminho de realizar uma entrega dos medicamentos.

Durante a abordagem, o homem também contou que mantinha outros frascos do produto em casa. Os policiais foram até o imóvel e encontraram mais unidades armazenadas na geladeira.

Ao todo, 57 frascos de tirzepatida foram apreendidos, entre unidades abertas e fechadas.

Medicamentos eram revendidos

De acordo com a Polícia Civil (PC), o suspeito afirmou que havia comprado inicialmente os medicamentos para uso próprio. Posteriormente, teria começado a revendê-los a conhecidos depois de perceber que poderia obter lucro com a comercialização.

A tirzepatida é utilizada no tratamento do diabetes e também ganhou popularidade por seus efeitos relacionados à perda de peso. A comercialização irregular de medicamentos pode representar riscos à saúde, principalmente quando não há garantia sobre a procedência, armazenamento e condições do produto.

Investigação continua

O homem foi autuado por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, incluindo produto sem registro.

A Polícia Civil agora investiga a origem dos medicamentos, como eles eram adquiridos e comercializados e se outras pessoas participavam do esquema.

O caso também será utilizado para identificar a procedência dos 57 frascos apreendidos e verificar se os produtos atendiam às exigências sanitárias e de registro.

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