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Mara Maravilha lamenta perda familiar e pede investigação rigorosa do crime

Advogada foi morta dentro de casa em Itororó; familiares, OAB e a apresentadora cobram rigor na investigação e punição dos responsáveis.

Mara Maravilha lamenta assassinato de prima na Bahia e pede justiça

Advogada Cláudia Félix de Oliveira foi morta a tiros dentro de casa; Polícia Civil investiga possível relação do crime com ameaças anteriores

A cantora e apresentadora Mara Maravilha usou as redes sociais para lamentar a morte da prima, a advogada Cláudia Félix de Oliveira, assassinada a tiros dentro da própria residência em Itororó, no sul da Bahia. O crime ocorreu no último sábado (25) e segue sob investigação da Polícia Civil.

Por meio de nota divulgada por sua assessoria, Mara confirmou o parentesco com a vítima e destacou a relevância de Cláudia para a família. Segundo o comunicado, além de advogada, ela acompanhava assuntos familiares e era considerada uma pessoa de confiança entre os parentes.

A equipe da artista informou que, por orientação jurídica, mais detalhes sobre o caso serão divulgados apenas no momento oportuno. A prioridade, segundo a nota, é contribuir para que a apuração ocorra de forma responsável e completa.

Familiares da advogada, Mara Maravilha e a Ordem dos Advogados do Brasil na Bahia (OAB-BA) cobraram uma resposta rápida das autoridades e pediram justiça pelo assassinato. Em manifestação pública, a entidade lamentou a morte da profissional e classificou o caso como um crime brutal.

As investigações da Polícia Civil apontam que familiares de Cláudia vinham sofrendo ameaças relacionadas à cobrança de uma suposta dívida atribuída a um parente da advogada. De acordo com informações apuradas pelas autoridades, integrantes da família teriam sido coagidos a transferir veículos como forma de pagamento.

Antes do homicídio, um boletim de ocorrência por extorsão já havia sido registrado. Os investigadores também analisam imagens de câmeras de segurança que mostram suspeitos monitorando a residência da advogada nos dias anteriores ao crime.

Segundo a polícia, na madrugada do ataque, Cláudia chegou a acionar a Polícia Militar pouco antes de homens armados invadirem o imóvel. Os criminosos efetuaram diversos disparos e fugiram em seguida. A advogada não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A OAB-BA e a Subseção de Itapetinga solicitaram celeridade nas investigações junto à Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) e reforçaram a necessidade de identificar e responsabilizar todos os envolvidos.

A Polícia Civil segue trabalhando para esclarecer a motivação do crime e localizar os suspeitos.

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