Jimmy Kimmel acusa Trump de impedir entrevista com candidato democrata
Apresentador afirmou que pressão da Comissão Federal de Comunicações fez entrevista com James Talarico não ser exibida na TV aberta
O apresentador Jimmy Kimmel afirmou, durante o programa Jimmy Kimmel Live! desta quarta-feira (9/9), que uma entrevista realizada com o candidato democrata ao Senado pelo Texas, James Talarico, não será exibida na televisão aberta por causa de uma suposta pressão do governo do presidente Donald Trump.
Segundo Kimmel, a Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) teria pressionado o programa e a emissora ABC para impedir a transmissão da entrevista com o candidato democrata.
Diante da situação, a conversa será disponibilizada apenas no YouTube, no canal oficial do Jimmy Kimmel Live!.
Kimmel critica suposta interferência
Durante o programa, Kimmel criticou a postura da FCC e afirmou que a comissão estaria adotando medidas relacionadas à participação de convidados dos quais integrantes do Partido Republicano não gostam.
O apresentador também comparou a situação atual com o período em que Trump ainda era candidato à Presidência dos Estados Unidos. Segundo Kimmel, ele chegou a entrevistar Trump naquela época e não havia impedimentos para que programas de televisão recebessem candidatos.
“Algo mudou agora que ele é presidente”, afirmou o apresentador.
Kimmel também incentivou os espectadores a acompanharem a entrevista pelo YouTube e ressaltou a importância de os americanos estarem registrados para votar nas próximas eleições.
Conflito entre Trump e Kimmel
A relação entre Donald Trump e Jimmy Kimmel é marcada por críticas e confrontos públicos. O presidente norte-americano já fez críticas ao apresentador e chegou a pedir sua demissão.
Em setembro de 2025, o Jimmy Kimmel Live! foi temporariamente retirado do ar após declarações feitas pelo apresentador sobre a morte do ativista conservador Charlie Kirk.
O episódio envolvendo a entrevista de James Talarico amplia o histórico de atritos entre Kimmel e Trump, enquanto a alegação sobre a atuação da FCC deve continuar sendo acompanhada.




