Uma nova emenda em discussão reacendeu um projeto que já havia sido ventilado durante a gestão do ex-prefeito Rogério Cruz: a concessão de IPTU zero por até 10 anos para imóveis localizados no Centro de Goiânia. A proposta tem como principal objetivo estimular a ocupação da região central, atrair novos investimentos e impulsionar a revitalização de uma das áreas mais tradicionais da capital.
A ideia central é criar incentivos fiscais capazes de tornar o Centro mais atrativo para moradores, empresários e empreendedores do setor imobiliário. Com a isenção do imposto, proprietários poderiam ter maior fôlego financeiro para reformar prédios antigos, abrir novos negócios e ocupar imóveis hoje subutilizados.
Proposta que nasce de uma visão de reocupação urbana
A medida retoma um debate que ganhou força na administração de Rogério Cruz, quando a gestão municipal passou a discutir alternativas para revitalizar o Centro de Goiânia. Na época, o foco estava justamente em buscar soluções que fossem além de obras públicas, apostando também em incentivos econômicos para estimular a iniciativa privada.
A proposta de IPTU zero surge nesse contexto como uma ferramenta de incentivo direto, capaz de acelerar a reocupação da região central e reduzir o número de imóveis abandonados ou com baixa utilização.
Impacto esperado na economia local
Defensores da medida argumentam que a isenção pode gerar um ciclo positivo: mais investimentos levam à valorização da área, aumento da circulação de pessoas e fortalecimento do comércio local. Restaurantes, lojas, serviços e empreendimentos culturais também podem ser beneficiados com o aumento da movimentação no Centro.
Além disso, a construção civil tende a ser diretamente impactada, já que reformas e adaptações de imóveis devem ganhar força com o incentivo fiscal.
Legado de debate sobre o Centro de Goiânia
A retomada da proposta também coloca em evidência o papel da gestão de Rogério Cruz no debate sobre a revitalização da capital. Durante seu mandato, o ex-prefeito buscou alternativas para reanimar áreas tradicionais da cidade, enfrentando desafios históricos relacionados ao esvaziamento do Centro.
Mesmo com diferentes opiniões sobre a viabilidade das medidas, o tema permanece atual e segue sendo discutido por diferentes setores da política e da sociedade goianiense.
Discussão segue em andamento
A proposta ainda está em fase de debate e deverá passar por análises técnicas e políticas antes de qualquer decisão final. Questões como impacto na arrecadação, critérios de concessão e prazos de vigência estão entre os pontos que precisam ser avaliados.
Enquanto isso, a discussão sobre o futuro do Centro de Goiânia volta ao centro do debate público, trazendo novamente à tona ideias que buscam equilibrar desenvolvimento urbano, incentivo econômico e valorização da região mais tradicional da capital.




