Lula e Flávio entregam autorizações para quebra de sigilo, mas documentos ainda não foram divulgados
As campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) compareceram na noite de quinta-feira (22) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para entregar procurações que autorizam a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico dos dois candidatos à Presidência da República.
Apesar da entrega dos documentos, até o momento não foram divulgadas informações sobre movimentações financeiras, evolução patrimonial ou conversas armazenadas nos celulares dos candidatos. Também não há dados públicos sobre eventuais registros envolvendo pessoas e empresas ligadas a eles.
A iniciativa ocorre na reta final da disputa presidencial, que terá seu último debate nesta sexta-feira (23), na TV Globo. Até o momento, não há previsão de divulgação dos documentos e das informações relacionadas às autorizações antes do confronto entre os candidatos.
A expectativa em torno da abertura dos sigilos ganhou relevância no cenário eleitoral, uma vez que a divulgação de dados poderia permitir ao público conhecer informações sobre a situação financeira e outros registros dos dois políticos, caso sejam efetivamente disponibilizados.
A entrega das procurações, por si só, não significa que os dados tenham sido divulgados ou que as informações tenham sido analisadas publicamente.




