Imagens de câmera corporal de policiais militares registraram o momento em que a soldado Gisele Santana ainda apresentava sinais vitais após ser baleada na cabeça, no centro de São Paulo. Durante o atendimento, um socorrista afirma que ela tinha pulso e batimentos cardíacos, embora o quadro já indicasse provável morte encefálica.
Na sequência, a vítima foi encaminhada pelo helicóptero Águia da Polícia Militar de São Paulo, mas teve o óbito confirmado às 12h21 do dia 18 de fevereiro. Segundo apurações, o disparo teria ocorrido por volta das 7h28, enquanto o pedido de socorro foi feito apenas às 7h57.
Durante o atendimento, o marido da policial, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, teria afirmado que, “com o tiro que ela levou, não sobreviveria”.
O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias do disparo, a dinâmica do atendimento e eventuais responsabilidades, em um episódio que levanta questionamentos sobre protocolos de resposta em situações críticas envolvendo agentes de segurança.
Redação: Leonardo Cruz
www.goiasdagente.com.br


