Deputado Marcelo Aguiar, detido após disparo em balada, já fez sucesso no sertanejo e quase formou dupla com Zezé di Camargo
O deputado estadual Marcelo Aguiar (PL), detido após um episódio envolvendo disparos de arma de fogo dentro de uma balada em São Paulo, também tem uma trajetória ligada à música. Antes de ingressar na política, ele construiu carreira como cantor sertanejo e alcançou reconhecimento no fim dos anos 1980 e início dos anos 1990.
Atualmente dedicado à música gospel, o parlamentar teve contato próximo com nomes conhecidos do sertanejo, como Chitãozinho, João Paulo, Daniel e Leonardo. Um dos episódios marcantes de sua trajetória foi a possibilidade de formar uma dupla com Zezé di Camargo.
Marcelo Aguiar quase formou dupla com Zezé di Camargo
Os dois artistas faziam parte da gravadora Continental, que chegou a apresentar uma proposta para que cantassem juntos. Em entrevista ao podcast Piunti, Marcelo Aguiar contou que a parceria não se concretizou.
“Faltou, eu acho, que um empurrão e, ao mesmo tempo, o Zezé tinha ido para Goiânia e conversado com o Luciano. No coração do Zezé, aquilo já estava pronto [cantar com o irmão]”, relatou o cantor.
Apesar de a dupla não ter saído do papel, Marcelo seguiu carreira solo no sertanejo e gravou músicas como Não Dá Pra Fazer Amor Sem Ter Você e Solidão Por Perto.
Do sertanejo à música gospel
Com o passar dos anos, Marcelo Aguiar passou a atuar no segmento da música cristã contemporânea. Suas canções gospel estão disponíveis nas plataformas digitais, assim como parte do repertório gravado durante sua fase sertaneja.
No Spotify, o perfil gospel do artista registra cerca de 61 mil ouvintes mensais, conforme os dados citados na reportagem original.
Deputado foi detido após disparo em balada
A trajetória musical do parlamentar voltou a ganhar destaque após o episódio registrado em uma casa noturna de São Paulo, que resultou em sua detenção. O caso também motivou questionamentos sobre o uso de placas oficiais em um veículo utilizado por ele, assunto que passou a ser apurado pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), segundo as informações divulgadas.
O episódio teve ainda desdobramentos relacionados a Fred Bruno, que teria sido atingido no pé durante a ocorrência e, conforme a reportagem citada, não havia formalizado queixa naquele momento.




