O 1º sargento da Polícia Militar de Goiás, Vítor Lemes Vaz da Costa, preso após causar tumulto no Aquários Bar, em Goiânia, já esteve envolvido em outra polêmica. Em 2022, ele esteve no centro de uma controvérsia após a morte de um jovem de 19 anos durante uma abordagem policial.
O jovem, que portava uma arma de airsoft, foi morto com 15 tiros. Apesar da gravidade do caso, Lemes e outro militar foram absolvidos, mas o incidente levantou sérias preocupações sobre a conduta da polícia em situações de confronto.
Último caso
Na noite de domingo (22), o militar, supostamente alcoolizado, disparou sua arma de fogo, gerando pânico entre os frequentadores do local. A Polícia Militar foi chamada e, ao chegar, encontrou Lemes alterado, o que resultou em uma abordagem difícil e na necessidade de uso de força para sua contenção.
Comportamento agressivo
De acordo com relatos, o sargento resistiu à prisão, empurrando policiais e desferindo ofensas. Outro policial presente, Bruno Alencar Honório da Silva, também foi detido por desacato. O incidente foi registrado por testemunhas que expressaram indignação sobre a forma como a situação foi tratada, levantando questões sobre a desigualdade nas abordagens policiais.
Apreensão de armas
Durante a operação, foram apreendidas armas, incluindo uma pistola Taurus calibre .380, encontrada em um veículo associado aos envolvidos. O sargento Lemes foi autuado em flagrante e levado ao presídio militar, enfrentando acusações de disparos de arma de fogo, resistência à prisão e desacato.
Reação da Polícia Militar
A Polícia Militar de Goiás se manifestou, afirmando que não tolera comportamentos que desonerem a instituição e que todos os fatos relacionados ao recente incidente serão rigorosamente investigados. A corporação destacou que o comportamento de Lemes não reflete os valores e a ética da PMGO.