A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta terça feira três integrantes do Primeiro Comando da Capital suspeitos de participação no assassinato do ex-delegado geral da corporação paulista Ruy Ferraz Fontes, executado a tiros em setembro do ano passado em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A ação integra uma nova etapa da investigação que apura a organização criminosa envolvida no crime, considerado de alta repercussão no contexto da segurança pública estadual.
A operação cumpriu mandados de prisão temporária e de busca e apreensão em diferentes cidades do estado, incluindo São Paulo, Jundiaí e Mongaguá. As diligências resultaram na prisão de investigados apontados como responsáveis por funções estratégicas para a execução do homicídio, com atuação organizada e tarefas definidas. Entre os detidos estão Marcio Serapião de Oliveira, Fernando Alberto Teixeira e Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, citados como responsáveis por apoio logístico, articulação do mando e suporte operacional.
A investigação aponta que o grupo teria agido de forma estruturada, com planejamento prévio e divisão de responsabilidades. Entre os elementos analisados estão impressões digitais, cruzamento de dados de celulares e movimentações financeiras consideradas suspeitas, que reforçam a ligação dos investigados com a ação criminosa. As apurações indicam ainda que o homicídio contou com suporte operacional capaz de garantir deslocamento, monitoramento e cobertura para a execução.
Ruy Ferraz Fontes foi morto a tiros em setembro do ano passado em Praia Grande, fato que provocou forte repercussão e impulsionou o aprofundamento das diligências. O caso segue sob investigação, com novas frentes de apuração voltadas à identificação de outros envolvidos e ao esclarecimento completo das circunstâncias e motivações do assassinato.
A operação reforça o enfrentamento às facções criminosas e mantém o tema em evidência no cenário da segurança pública paulista, dentro do acompanhamento informativo do GOIÁS DA GENTE sobre fatos de impacto institucional e criminal.





