sábado, março 7, 2026
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Pastor de Goiânia, flagrado de calcinha, tem histórico de acusações

O pastor Eduardo Costa, que se autointitula bispo do Ministério Poder e Milagres, voltou ao centro das atenções em Goiânia. Nos últimos dias, ele viralizou nas redes sociais após ser flagrado de calcinha e peruca loira em um estacionamento próximo a um bar na capital.

Mas essa não é a primeira vez que o nome do religioso vem acompanhado de polêmicas. Em 2006, Eduardo foi acusado por mais de 200 formandos de Direito da Universidade Salgado de Oliveira (Universo) de descumprir contratos e frustrar a tão sonhada festa de formatura.

Da “cascata de camarão” ao macarrão

O contrato, orçado em R$ 460 mil, previa pagamentos mensais de R$ 300 durante quase dois anos. Às vésperas do evento, os formandos ainda tiveram que complementar valores, já que a organização apresentava falhas.

Relatos da época revelam frustrações que ficaram marcadas. Um formando contou que sonhava em subir ao palco com a pompa prometida pela equipe de Eduardo, mas sequer teve espaço garantido na cerimônia. Outro lembrou que o buffet anunciado como uma “cascata de camarão” acabou sendo substituído por macarrão simples, deixando claro o abismo entre o prometido e o entregue.

Condenação e absolvição

O caso foi parar na Justiça. Em primeira instância, Eduardo Costa foi condenado a três anos e quatro meses de reclusão em regime aberto, além de multa. A pena acabou substituída por serviços comunitários e o pagamento de R$ 5 mil à APAE de Goiânia.

No entanto, em 2014, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) o absolveu. O relator, desembargador Edison Miguel da Silva Júnior, avaliou que, apesar das falhas contratuais e da má gestão, não havia provas de que Eduardo tivesse agido com má-fé ou cometido apropriação indébita.

Servidor público e cerimonialista

Além de líder religioso, Eduardo Costa é também servidor do TJGO e atua como cerimonialista em Goiânia. Agora, após a nova polêmica, seu nome volta a circular com força nas redes sociais — desta vez, não por contratos descumpridos, mas pela cena inusitada que gerou comentários e críticas.

Redação

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