Imagine acordar e descobrir que seu nome foi usado em um golpe de quase R$ 300 mil… e pior: você está sendo acusado como cúmplice! Foi exatamente isso que viveu o jornalista e apresentador Manoel Messias Cruz Nogueira, o querido “Messias da Gente”, vítima de uma das maiores injustiças judiciais dos últimos tempos!
Em 2019, um golpe maquiavélico foi arquitetado por criminosos que, de forma covarde e ardilosa, usaram o nome e a imagem de Messias da Gente — conhecido em Goiás por defender a população contra fraudes financeiras — para aplicar um esquema fraudulento no valor de R$ 280 MIL em um empresário do ramo de beleza.
De defensor do povo a bode expiatório: o golpe mais cruel da ironia!
Enquanto Messias usava seu microfone para denunciar empresas como a All Invest, envolvida em promessas falsas de lucros milagrosos, golpistas inescrupulosos usavam seu rosto e seu prestígio como “garantia” de confiabilidade para atrair vítimas. Um ataque direto à sua honra.
A empresa fictícia “S&P Valentino”, com “sede” na Estônia, foi o pano de fundo do crime. Nos materiais promocionais? A imagem de Messias, colocada sem qualquer permissão. No contrato? Um erro grotesco: seu nome grafado incorretamente como “Manuel”, e sem qualquer assinatura!
Mesmo assim… o Ministério Público do Estado de Goiás teve a audácia de incluir seu nome na denúncia. E quando questionado, o promotor responsável, Everaldo Sebastião de Sousa, simplesmente disse:
“Não sabia que era ele.”
INACREDITÁVEL!
Uma falha que quase destruiu uma vida
Estamos falando de um jornalista respeitado, com histórico de luta contra golpes, que de uma hora para outra viu seu nome envolvido em um esquema criminoso do qual jamais fez parte. Uma falha que só não destruiu sua reputação por completo porque Messias teve que correr atrás da verdade por conta própria.
Se não fosse por sua proatividade, poderia hoje ser lembrado como um criminoso — quando, na verdade, foi vítima de uma rede de fraudes e da irresponsabilidade estatal.
Esse tipo de erro não é apenas administrativo. É desumano. Expõe o cidadão inocente, o coloca no centro de um furacão judicial e, muitas vezes, sem qualquer chance de defesa prévia.
Golpistas seguem impunes — e os inocentes é que pagam a conta?
Os envolvidos, como Rodrigo Borges Vieira, até confessaram terem recebido valores para criar o material publicitário falso. Mas ao invés de prender apenas os verdadeiros culpados, o Ministério Público arrastou junto o nome de um inocente, baseado num papel mal escrito e sem assinatura!
E mais: sem investigar direito, sem checar os fatos, sem sequer perguntar quem era Manoel — ou melhor, Messias, o verdadeiro nome do jornalista!
Esse erro absurdo se soma a uma série de casos revoltantes onde criminosos utilizam rostos e nomes de pessoas públicas para aplicar fraudes. De Silvio Santos a Gisele Bündchen, de Faustão a Tom Brady, todos já tiveram sua imagem usada por quadrilhas de estelionatários.
Mas o caso de Messias choca por outro motivo: foi o próprio Estado que deu aval ao erro.
Até onde vai a irresponsabilidade das instituições?
Esse episódio escancara uma verdade alarmante: estamos à mercê de processos frágeis, onde um simples erro de digitação pode transformar um inocente em réu. Um crime sem lógica, sem nexo, sem provas — um crime impossível. Mas que teve, sim, efeitos reais e devastadores na vida de quem sempre lutou por justiça.
“Messias da Gente” quase foi silenciado por quem deveria protegê-lo.
Quase teve seu nome manchado por uma assinatura que nunca existiu.
Quase foi engolido por um sistema que prefere acusar antes de investigar.
O povo exige respeito e justiça!
Não é apenas Messias que poderia estar no lugar desse absurdo. Qualquer cidadão está vulnerável. Em tempos de redes sociais e falsificações digitais, a única proteção real é uma investigação séria, profunda e comprometida com a verdade.
O nome de Messias foi limpo. Mas a ferida moral e institucional permanece aberta. E a pergunta que ecoa é:
Quantos mais ainda serão vítimas da pressa, da imprudência e da omissão?
Basta! Justiça precisa ser feita com rigor, responsabilidade e verdade. Porque a reputação de um inocente vale mais do que a conveniência de uma denúncia mal feita.
redação



