sábado, março 7, 2026
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Caiado pressiona União Brasil, que mantém cargos no governo

Durante convenção nacional realizada em Brasília, o governador Ronaldo Caiado (União Brasil) voltou a pressionar sua sigla por uma definição clara de posicionamento político: oposição ou apoio ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Caiado afirmou que a ambiguidade do partido, que ocupa cargos importantes no governo federal enquanto critica o petismo, causa constrangimento e confunde a população. Em tom firme, disse que “o hibridismo dá certo na agricultura, mas não na política”, defendendo que a legenda deve se firmar como oposição.

“Não se enfrenta um adversário de joelhos. Ou estamos de um lado ou de outro. Vamos libertar o Brasil das garras do PT e das facções criminosas”, declarou Caiado, em discurso que arrancou aplausos dos aliados.

O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, também reforçou o pedido por um alinhamento claro e criticou a tentativa de “ficar em cima do muro” em um momento de forte polarização política no país.

Cargos preservados

Apesar da pressão, o União Brasil não anunciou a saída da base do governo federal. Ministros ligados à sigla, como Celso Sabino (Turismo), seguem à frente de pastas estratégicas, assim como outros indicados por Davi Alcolumbre.

União Progressista

A convenção também oficializou a criação da federação partidária União Progressista (UPb), que reúne União Brasil e Progressistas (PP). Juntas, as legendas somam cerca de 110 deputados federais, 15 senadores, sete governadores e mais de mil prefeituras.

O presidente do União Brasil, Antônio Rueda, destacou a força da nova federação e projetou sua relevância nas eleições de 2026, garantindo que a liderança será compartilhada entre as siglas de forma transparente até dezembro.

Redação

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