O presidente do Atlético Goianiense, Adson Batista, não escondeu a frustração após a derrota por 3 a 1 para a Ferroviária, na noite deste domingo (17), no Estádio Antônio Accioly, em Goiânia. O revés derrubou a sequência de bons resultados do Dragão e reacendeu o alerta no clube, que ainda luta para se afastar de vez da zona de rebaixamento da Série B.
Com o resultado, o Atlético estacionou nos 27 pontos e ocupa a 13ª colocação, apenas cinco a mais que o Volta Redonda, primeiro time dentro do Z-4.
Críticas ao desempenho coletivo
Em entrevista após o jogo, Adson Batista reconheceu que o time até começou bem, mas perdeu o controle na etapa final:
“A gente estava dominando o jogo, estava bem… No segundo tempo fomos desorganizados. Precisamos juntar os cacos, porque o nosso objetivo maior agora é fazer os 45 pontos para garantir a permanência.”
O dirigente ainda admitiu que o elenco é qualificado individualmente, mas peca na coletividade:
“Tudo no futebol é momento. O nosso momento não é bom. O individual prevalece sobre o coletivo, e isso pesa. Ganha um, perde outro, empata… isso é pouco para quem quer chegar em cima.”
Ponto de desequilíbrio
Um dos momentos decisivos da partida foi a saída de Robert, destaque do time até então. Sem o atacante, o Dragão perdeu poder ofensivo e acabou dominado pela Ferroviária, que aproveitou as falhas defensivas para construir o placar.
Próximo desafio
O Atlético Goianiense volta a campo no domingo (24), às 20h30, contra o Cuiabá, na Arena Pantanal, em jogo válido pela 23ª rodada da Série B.
A pressão é grande: mais do que sonhar com acesso, o Dragão agora precisa focar em garantir os pontos necessários para não ver a luta contra o rebaixamento se tornar ainda mais dramática.
Redação



