sábado, março 7, 2026
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Acusado no caso Marielle pede prisão domiciliar ao STF sob alegação de suspeita de câncer

Preso desde maio de 2024 por suposto envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018, o ex-policial militar Robson Calixto solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar. A defesa argumenta haver “alta probabilidade” de câncer de próstata.

Em despacho, o ministro determinou que Calixto seja submetido a avaliação por junta médica na Unidade Prisional da Polícia Militar do Rio de Janeiro, onde está detido, para apuração do quadro clínico. A decisão visa subsidiar eventual análise sobre a adoção de medida alternativa de custódia.

Os advogados também pediram, caso a domiciliar não seja concedida, autorização excepcional para realização de biópsia em unidade de saúde privada, sob justificativa de maior celeridade no exame e na obtenção do resultado.

Conhecido como “Peixe”, Calixto é apontado nas investigações como intermediário entre Domingos e Chiquinho Brazão, acusados de serem mandantes do crime, e os executores. Ele teria atuado como assessor de Domingos Brazão na Assembleia Legislativa e no Tribunal de Contas do Rio de Janeiro.

O processo segue em tramitação no Supremo Tribunal Federal e integra um dos casos criminais de maior repercussão nacional, envolvendo discussões sobre responsabilidade penal e condições de custódia, tema que o GOIÁS DA GENTE acompanha com compromisso estritamente informativo.

Redação: Leonardo Cruz
www.goiasdagente.com.br

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