Nova regra de estrangeiros não prejudicaria clubes goianos; veja como ficam Atlético, Goiás e Vila Nova
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aprovou uma mudança no regulamento das Séries A e B do Campeonato Brasileiro que vai reduzir gradualmente o número de jogadores estrangeiros permitidos por clube. A medida foi aprovada pela maioria dos clubes, com votos contrários de Flamengo, Bahia e Londrina.
Atualmente, os times podem inscrever até nove estrangeiros por partida. A nova regra prevê uma redução escalonada: a partir de 2027, o limite será de sete jogadores, chegando a cinco atletas por clube até 2030.
A mudança, segundo a CBF, tem como objetivo valorizar as categorias de base e ampliar o espaço para jogadores brasileiros nos elencos.
Clubes goianos não seriam afetados
Se o limite mais rígido já estivesse valendo, Atlético-GO, Goiás e Vila Nova não teriam problemas para se adequar à nova regra, considerando os elencos citados no levantamento.
Juntos, os três clubes possuem apenas quatro jogadores nascidos fora do Brasil, número abaixo do teto definitivo de cinco atletas.
O Atlético-GO é o clube goiano com maior número de estrangeiros. O elenco conta com três jogadores: o zagueiro Júnior Barreto, do Paraguai; o meia David Terans, do Uruguai; e o atacante Kahiser Lenis, do Panamá. Lenis, porém, está fora dos planos da diretoria e não deve permanecer no clube.
Mesmo com o limite de cinco estrangeiros previsto para 2030, o Atlético ainda teria espaço para contratar mais dois jogadores de fora do país, considerando a composição atual do elenco.
Goiás tem apenas um estrangeiro
No Goiás, apenas um atleta estrangeiro integra o elenco citado: o atacante venezuelano Esli García.
Com isso, o Verdão estaria distante do limite estabelecido pela nova regra e poderia continuar buscando jogadores estrangeiros no mercado, desde que respeite o teto definido pela CBF.
Vila Nova não tem estrangeiros
O Vila Nova é o caso mais simples entre os principais clubes goianos. O Tigrão conta atualmente com um elenco sem jogadores estrangeiros.
Dessa forma, a equipe não teria qualquer necessidade de alterar sua composição por causa da redução do limite.
A nova regra deverá ser implementada de forma gradual nos próximos anos, até chegar ao teto definitivo de cinco estrangeiros por clube em 2030.




