Motorista invade estacionamento da Polícia Civil e acaba preso no DF
Homem de 60 anos apresentava sinais de embriaguez, atingiu veículos e resistiu à abordagem de policiais na área central de Brasília
Um homem de 60 anos foi preso após invadir o estacionamento da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), na região central de Brasília, e provocar danos a veículos e ao patrimônio da corporação. Identificado como Beneval Diuza da Silva Júnior, o motorista apresentava sinais de embriaguez e teria afirmado que havia participado de um evento de drift nas proximidades.
Segundo o registro policial, o homem entrou com o veículo na área da 5ª Delegacia de Polícia, circulou pelo estacionamento e avançou em direção ao espaço onde ficam automóveis apreendidos.
O carro acabou sendo parado por uma corrente que separava os setores. Antes de interromper o trajeto, porém, o veículo atingiu alguns carros e provocou danos na unidade policial.
Motorista resistiu à abordagem
Policiais civis e um vigilante patrimonial intervieram para conter o motorista. Conforme o registro da ocorrência, ele não obedeceu às ordens dadas pelos agentes, resistiu à abordagem e teria proferido ofensas contra os policiais.
Ainda segundo a ocorrência, Beneval apresentava forte odor de álcool, olhos avermelhados e fala desconexa, características que levantaram suspeita de embriaguez.
O homem foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) para os procedimentos necessários. Durante o atendimento, teria simulado um desmaio e precisou ser levado pelo Corpo de Bombeiros a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
Na unidade de saúde, uma avaliação médica apontou que a perda de consciência havia sido simulada. Depois, o motorista retornou ao IML e passou pelos procedimentos previstos.
Homem foi autuado por quatro crimes
Após os procedimentos, o homem foi levado novamente à 5ª DP, onde foi autuado por embriaguez ao volante, resistência, desobediência e desacato.
De acordo com o delegado Sérgio Bautzer, Beneval permanece à disposição da Justiça Criminal e deverá passar por audiência de custódia.
Ainda segundo a autoridade policial, não houve arbitramento de fiança. O caso deverá ser analisado pela Justiça.




