sábado, março 7, 2026
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Empresária envolvida na morte de influenciadora terá julgamento por homicídio simples, decide TJ-GO

A empresária Grazielly da Silva Barbosa, que se tornou ré após a morte da influenciadora Aline Maria Ferreira da Silva, 33 anos, obteve uma vitória nesta terça-feira (2). A Terceira Câmara Julgadora do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) decidiu retirar a qualificadora de homicídio por motivo torpe do processo, o que significa que Grazielly agora será julgada por homicídio simples.

O advogado de defesa, Welder de Assis Miranda, responsável pelo recurso, afirma que, no julgamento perante o tribunal do júri, apresentará a tese de homicídio culposo, ou seja, sem intenção de matar. A estratégia da defesa busca reduzir a pena da empresária. Até o momento, não há data marcada para o julgamento do júri.

O caso ocorreu em junho de 2024, quando Grazielly aplicou PMMA nos glúteos da influenciadora. Após o procedimento, Aline apresentou febre e foi internada em um hospital de Brasília, vindo a falecer em 2 de julho.

O PMMA (polimetilmetacrilato) é uma substância plástica utilizada em diversos procedimentos médicos, mas considerada de alto risco pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por isso, apenas profissionais médicos devidamente capacitados podem administrá-la.

Redação: Goiás da Gente
Jornalista: João Pedro Lira

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