O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), voltou a se posicionar no cenário nacional ao comentar os impactos do chamado “tarifaço” de Donald Trump sobre produtos brasileiros. Em coletiva concedida em Brasília nesta quarta-feira (20), Caiado afirmou que, se fosse presidente da República, agiria de forma imediata e diplomática para resolver a situação.
“Eu ia lá falar com ele. Na mesma hora. Eu vou buscar o entendimento, ampliar a parceria e manter a pacificação que sempre deve nortear a relação com nossos aliados históricos. Não se governa confrontando, não se governa criando desgaste com aqueles que sempre foram nossos parceiros”, declarou.
Críticas a Lula
Na entrevista, Caiado fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acusando-o de adotar uma postura de confronto que classificou como “chavista”, em referência ao falecido presidente venezuelano Hugo Chávez.
“Infelizmente, o presidente Lula tem seguido essa cartilha. Isso não ajuda o Brasil. A Argentina já deu o exemplo com Milei, que rompeu com essa tese venezuelana e hoje mostra resultados que dão inveja ao Brasil”, disse Caiado.
Projeção nacional
O posicionamento reforça a movimentação de Caiado no tabuleiro político de 2026, quando o governador é cotado como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Ao projetar-se como alternativa de liderança, ele defende um modelo de governo baseado no diálogo internacional e nas parcerias econômicas, distanciando-se da retórica de confronto.
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