O mundo do esporte está em choque com uma negociação bilionária que acaba de entrar para a história. O tradicional Boston Celtics, um dos times mais icônicos da NBA, foi vendido por R$ 32,9 bilhões (equivalente a US$ 6,1 bilhões), no que se tornou o maior negócio já realizado na história do esporte norte-americano até o momento da transação.
O comprador é Bill Chisholm, bilionário e cofundador da Symphony Technology Group, que adquiriu 51% da franquia com possibilidade de ampliar a participação até 2028, quando o valor pode ultrapassar US$ 7,3 bilhões. O acordo recebeu aprovação unânime dos governadores da NBA e deverá ser concluído nas próximas semanas.
Negócio que entra para a história
Fundado em 1946 e dono de 18 títulos da NBA, o Boston Celtics é considerado uma das equipes mais valiosas e vitoriosas do basquete mundial. A venda não só estabelece um recorde de valor de franquia no esporte dos EUA, como também simboliza a força econômica da NBA no mercado global.
O antigo proprietário, Wyc Grousbeck, que liderou o grupo de investidores que comprou o time em 2002 por cerca de US$ 360 milhões, continuará como CEO e governador alternativo até que a transição seja finalizada.
Impacto além das quadras
O novo dono já sinalizou que pretende manter a tradição vencedora do Celtics, mas também investir fortemente na expansão da marca e no fortalecimento da relação com os fãs, tanto nos EUA quanto no mercado internacional. Especialistas avaliam que essa transação deve influenciar o valor de mercado de outras franquias esportivas, impulsionando ainda mais a valorização do setor.
Mesmo que o recorde tenha sido posteriormente superado pela venda do Los Angeles Lakers por US$ 10 bilhões, o negócio do Celtics permanece como um marco impressionante para o esporte.
Redação



