Enquanto a maioria dos trabalhadores luta para fechar o mês no azul, a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) protagoniza um escândalo que está deixando a população estarrecida: 25 supersalários foram identificados na folha de pagamento de dezembro!
Fontes revelam que os valores pagos ultrapassam a casa dos R$ 20 mil, chegando a absurdos R$ 35 mil em alguns casos, muito além do teto permitido para servidores públicos. Em contraste, garis e outros funcionários de base, que lidam diretamente com os desafios do dia a dia da cidade, recebem remunerações que mal cobrem o custo de vida.
“É um tapa na cara do cidadão!”, disparou um morador indignado de Goiânia. “Pagamos impostos altíssimos e é isso que fazem com nosso dinheiro?”
Especialistas apontam que esses valores escandalosos não apenas ferem a ética pública, mas também colocam em xeque a gestão da companhia. Afinal, como explicar tamanho desequilíbrio em um órgão que frequentemente enfrenta crises financeiras e operacionais?
A revelação chega em um momento crítico, levantando dúvidas sobre a transparência e a eficiência da administração pública em Goiânia. “Esse é apenas a ponta do iceberg”, afirma um analista político local, destacando que outras irregularidades podem vir à tona.
Com a repercussão negativa, a pressão sobre a Comurg e a prefeitura de Goiânia aumenta. A população exige explicações imediatas, cortes nos supersalários e a devida responsabilização dos envolvidos. “Queremos justiça!”, clamam cidadãos que prometem não deixar o caso cair no esquecimento.
Afinal, em um país onde a desigualdade é gritante, esse tipo de escândalo só reforça o abismo entre quem paga e quem usufrui do dinheiro público. Goiânia, mais uma vez, exige respostas!
Redação